sábado, 20 de setembro de 2008

Bô menina


Bô menina
Mi dja n`krébu tcheu
Nôti e dia
Mi n`tá pensa só na bô.

Bô menina
Mi dja n`krébu tcheu
Nôti e dia
Mi n`tá pensa só na bô.

De manham abô é nhá sol
Ô ki nôti bô é nhá lua
Na sukuru abô é nhá luz
Na nhá vida é só bô.

Bô é bela, bô é um Deusa
Lá ná céu abô é um estrela
Li na mar bô é um onda branca
Nhá sereia é só bô.

Mi n`trazeu tudu nhá amor
Pá bu dan bu coraçon
N`tá amabu tudu dia
N`kré fazeu feliz pá sempre.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Adeus


Há uma esperança neste adeus
Uma promessa num amor eterno
Paira no ar uma tristeza desconfortável
Uma brisa trespassa o coração inquieto.

A saudade acanhada já espreita.

Dois corpos abraçados, um amor forte
Lágrimas nos olhos, choro do coração
A alma perde-se no labirinto de emoções
E o coração desafina o seu bater cadenciado.

Denuncia uma incerteza na certeza.

Retrospecções e reflexões
O adeus de hoje poderá ser o adeus de sempre
As emoções de hoje poderão ser as últimas de amanhã
O ontem que se viveu poderá ser tudo ilusões.

Novo dia, novo sol, novo brilho solar.

O coração desperta sedento de amor
A alma respira desejo de novas emoções
É o corpo que anseia por uma carícia
Os pensamentos são, não lembranças, mas sonhos.

Descobre-se novas emoções, conhece-se novos tons.
Será um novo amor ou a força do amor que ficou?
Só há uma certeza, é o amor…

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Um poema verde...em verde poema


Isto é uma folha
Veio do nosso jardim
Com muito carinho foi a sua recolha
Ainda mais quando é para um amigo como tu, assim.

Esta folha é verde
Dizem cor da esperança.
Pode até ser uma simples folha verde,
Mas para mim transmite muita confiança.

É sim uma folha verde
Amanhã já nem o será
Com o tempo esta cor a perde
Mas será sempre verde, até lá.

Alguns dirão que esta folha verde
Não tem qualquer sentido poético
Tu mesmo acharás que bati com a cabeça na parede.
E que sou um tanto ou quanto maquiavélico.

Mas, hoje, esta folha verde
Foi muito mais, foi um poema
Um poema verde
Um verde poema.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

O último dia


Hoje é o último dia
O dia em que mais forte bate o coração
Costuma ser o dia da separação
E um dia de muita nostalgia.

É o último dia,
Mas também é o primeiro dia.
O primeiro de outras relações
O primeiro dia de saudades.

É o dia que nunca desejei
Tem momentos que nunca quis viver
Sentimentos que nunca quis sentir
E palavras que nunca quis ouvir.

Mas vou vivê-lo como qualquer outro
Vou esquecer que o amanhã já não existe
Só para não sentir saudades,
Só para te levar para sempre comigo.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Aquele Mar


São as ondas daquele mar, meu amor
Que me sabem levar numa valsa.
As suas salgadas águas me envolvem com um nó
A sua fria temperatura arrepia-me a corpo todo.

É aquele mar, meu amor, é aquele mar
Que insiste em me chamar para bailar
Que exibe as suas ondas só para me convencer
E faz aquela melodia só para me adormecer.

É com aquele mar, meu amor, é com aquele mar
Que hoje quero enamorar,
Dançar na valsa das suas ondas
E nadar no corpo das suas águas.

É daquele mar, meu amor, é daquele mar
Que sinto saudades quando me vou embora
Fica-me na pele o sabor do amar
E no coração o bater das suas ondas.